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Sem planejamento financeiro, o barato pode sair caro

O Brasil conta, hoje, com quase 63 milhões de pessoas endividadas. Estamos trilhando a passos, talvez ainda lentos, mas na tentativa da recuperação econômica. Ante este cenário, é preciso entender que o planejamento financeiro é necessário para quem quer sair do endividamento, principalmente, se você é morador de condomínio. Saiba o motivo.

 

Por onde começar?

O que não pode acontecer é, como já diz o dito popular, cobrir a cabeça e descobrir os pés, ou seja, tirar de um canto para colocar em outro, sem pelo menos, um novo planejamento financeiro. Mas, se vendo em situações extremas, às vezes o brasileiro precisa eleger quais contas serão possíveis serem pagas no mês. Neste momento, pesa o menor juros em cima do atraso das contas.E para quem mora em condomínios, muitas vezes, é a taxa administrativa mensal quem acaba sendo a preterida.

 

Não deixe virar uma bola de neve

É preciso entender que o acúmulo no atraso das taxas pode gerar um problema muito maior para o condômino. Com o advento do novo Código de Processo Civil, a dívida condominial passou a ser um título executivo extrajudicial. E o que isso significa na prática? Quer dizer que a taxa condominial em atraso é considerada um cheque, um contrato assinado, mesmo não tendo você quem assinou qualquer documento.

Em situações como essa, o condomínio poderá acionar o condômino na justiça, levando até mesmo à leilão o imóvel, mesmo que este seja o único bem da pessoa. E celeridade e eficiência são características desta possível ação que será movida. Quando você menos perceber, poderá ter bloqueado em suas contas bancárias saldo suficiente para desorganizar seu cronograma financeiro. Ou pior, seu imóvel poderá ser penhorado (ou até mesmo leiloado) para saldar sua dívida condominial. Por isso, é importante conhecer as leis para evitar situações como essa, onde os baixos juros acabam saindo mais caro.

 

Planejamento financeiro na prática

O bom planejamento financeiro deve respeitar alguns critérios básicos para acontecer de forma natural e, de fato, organizada. Por isso, ele deve ser dividido por horizonte temporal, isto é, deve se desdobrar em curto, médio e longo prazo, cada um desses com metas bem definidas e estratégias para realização das mesmas. Sendo assim, seu planejamento precisa, também, de:

Plano de investimentos:  planejamento financeiro deve englobar na sua estrutura um plano específico de investimentos. 

Teto de gastos: criar o seu orçamento é uma das partes mais importantes de um planejamento financeiro, porque esta ferramenta ajuda você a economizar muito mais;

Análise periódica e atualização: um bom planejamento precisa de constante de atualização da situação financeira e monitoramento das metas, aumentando ou diminuindo valores no decorrer do tempo para se adaptar à realidade daquele momento;

 

Gostou das dicas? É hora de colocá-las em prática e salvar sua saúde financeira. Arcar com os seus compromissos é uma prioridade constante.